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  • Divulgação | FCMS

Show celebra a música sul-mato-grossense e torna-se um grande reencontro


O show musical que deu início às comemorações dos 40 anos de Mato Grosso do Sul , neste feriado, se transformou numa grande celebração da música sul-mato-grossense e num grande reencontro de amigos do circuito musical. Como representantes da música raiz, subiram ao palco Delinha, Tostão & Guarany, Beth e Betinha, Castelo, Aurélio Miranda, Dino Rocha, Victor Hugo de La Sierra e Elinho do Bandoneon. Já no estilo regional figuraram Antônio Porto, Filho dos Livres, Carlos Colman, Hermanos Irmãos & Rodrigo Sater, Zé Pretim, Grupo Acaba, Marcelo Loureiro, Thamires Tannous, Maria Alice, Celito Espíndola, Guilherme Rondon, Gílson Espíndola, Geraldo Espíndola e Paulo Simões. Almir Sater emocionou os presentes terminando sua apresentação com a música que compôs com Paulo Simões em homenagem ao aniversário do Estado, Coração do Brasil.

Para cantor e compositor Aurélio Miranda a idéia deste show foi uma idéia feliz pois trouxe ao palco novamente artistas que há tempos estavam fora dos palcos. “Temos artistas que fazem muito pela música brasileira, em diversos estilos. Estou muito feliz porque a produção me ressuscitou. Estou com saúde e pronto para me apresentar”, afirmou.

Para Guarany, este foi um momento de resgatar antigas canções e velhas amizades. “Foi um imenso prazer em reencontrar amigos que não víamos há tanto tempo. E nos encontrar no mesmo palco é uma alegria muito grande para mim. Tostão completou: “É muito gratificante quando dividimos o palco com pessoas que participavam dos antigos festivais com a gente”.

Geraldo Espíndola estava satisfeito em ver toda a diversidade musical e cultural do Estado no evento. “Mato Grosso do Sul como todo o Brasil já sabe, é um celeiro musical. O país já olha nosso Estado com outros olhos no campo da música. Para mim foi lindo retornar ao Parque das Nações Indígenas e cantar a música que fiz para eles”. No quesito diversidade, Almir Sater concorda com Geraldo: “Nossa música tem personalidade. Eu conheço estes artistas desde menino e é muito legal ser referência. Tem pessoas que podem estar vindo a um show como esse pela primeira vez, e elas poderão depois de ver todos estes artistas, ter vontade de fazer música”, argumentou.

Guga Borba, do duo Filho dos Livres foi um jovem que bebeu nessa fonte musical. “É prazeroso estar nesse show representando uma geração mais jovem de músicos e compositores, dentro de todas essas gerações que vieram antes. Sou muito feliz de chegar aos 42 anos fazendo música e saber que as pessoas acreditam no nosso trabalho que é essencialmente autoral. Não copiamos de ninguém e as músicas autorais se tornaram nossa assinatura. O Estado é jovem e nós estamos construindo a nossa cultura”, finalizou.

#diversão

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