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Festival de Inverno de Bonito aposta na pluralidade de atrações em 2016


O ‘Festival de Inverno de Bonito’ (FIB) chega a sua décima sétima edição com uma programação diversa e plural para todos os tipos de público. De 28 a 31 de julho, o festival cultural mais tradicional de Mato Grosso do Sul irá surpreender a plateia com um universo híbrido. As atrações vão desde artistas regionais de várias gerações e espetáculos nacionais já consagrados, até debates, oficinas, exposições, peças teatrais, dança, circo e filmes focados na infância e atividades para a juventude. O FIB possibilitará repensar o passado, projetar o futuro e mergulhar na cultura do estado de MS.

Em 2016, o Festival de Inverno de Bonito terá em sua programação 83 atividades em várias áreas, sendo 62 realizadas por artistas locais e 21 por nacionais. Ao todo serão 410 pessoas envolvidas nas apresentações artísticas, sendo 311 de MS e 99 de fora do estado, entre artistas e equipe técnica. Na produção do festival estarão trabalhando 92 pessoas e a décima sétima edição do evento vai movimentar ao todo 502 pessoas, entre artistas, equipe técnica e produção.

Entre as dezenas de atrações da programação, destaque para os homenageados Geraldo Roca e Paulo Boggiani. O compositor Geraldo Roca foi um dos mais importantes do estado e sua obra reflete o jeito de ser sul-mato-grossense. Para relembrar suas canções, haverá um tributo em sua homenagem, com artistas de MS de várias gerações no show “Uma Pra Estrada”, dirigido por seu amigo e parceiro Paulo Simões. Já o geólogo Paulo Boggiani recebe merecida homenagem nesta edição do festival pela contribuição fundamental para o desenvolvimento de Bonito, já que o professor do Instituto de Geociências da USP desenvolveu pesquisas pioneiras sobre a geologia da Serra da Bodoquena e Corumbá. Coordenou o primeiro curso de formação de guias de turismo em Bonito, em 1983, e o plano de manejo das grutas do Lago Azul e Nossa Senhora Aparecida.

Outra personalidade de MS que terá destaque na programação do FIB 2016 é o artista plástico Humberto Espíndola. O campo-grandense completou 50 anos de trajetória artística em 2015 e cinco décadas de Bovinocultura em 2017. Para comemorar a carreira e a obra primorosa de Humberto, o festival contempla o público com a exposição “A Divisão de Mato Grosso – Quadro a Quadro”. São oito quadros pintados por Humberto em 1978, ano da implantação do Novo Estado, onde o artista traduz e sintetiza plasticamente a história da Divisão. Haverá ainda a oficina “Relendo a Obra de Humberto Espíndola” onde os participantes irão fazer suas próprias interpretações dos quadros do artista.

Na música, misturam-se artistas de Mato Grosso do Sul com convidados de outros estados brasileiros. Destaque para a soberana Elza Soares, que do alto dos seus mais de 60 anos de serviços prestados a cultura brasileira, vem ao festival comandar um dos shows mais premiados do cenário musical do país, “A Mulher do Fim do Mundo”. Destaque também para o turbinados Nação Zumbi. A banda relembra o Afrociberdelia, último disco gravado com o general Chico Science há 20 anos que pôs Pernambuco no mapa da música brasileira nos anos 1990. São várias as tendências musicais presentes este ano no FIB, desde o sertanejo pop fronteiriço do quarteto feminino Barra da Saia, até o instrumental refinado dos gaúchos Renato Borghetti e Yamandu Costa. Mas a diversidade e a qualidade também estão presentes nas atrações de MS, desde a banda Curimba, passando pelo O Santo Chico, até os regionalistas universais Leo Goiano e Girsel da Viola, a Orquestra Filarmônica Jovem do Pantanal e os músicos foliões da Orquestra Vai Quem Vem.

O FIB também contempla a estética contemporânea do teatro, do circo e da dança, reveladora da riqueza cultural, do potencial criativo dos artistas brasileiros e das expressões da cultura popular do Mato Grosso do Sul. Algumas atrações foram criadas sob medida para o FIB. É o caso de "Poropopó Varietê" que reúne integrantes dos grupos Circo do Mato, Circo Le Chapeau e Cia Simbiose especialmente para o festival. Vale o enfoque sensível de algumas peças como o musical “Gaia A Mãe Natureza”, um misto de commedia dell’arte, da contação de história, da palhaçaria clássica e de técnicas circenses, e "Uma Moça da Cidade", que conta a saga de uma jovem do interior que se aventura na cidade grande em busca de seus sonhos e amores.

O público vai poder conferir a fraternal “Dança Circular” onde todos formaram uma grande roda para uma vivência artística reveladora e surpreendente comandada pelas campo-grandenses Roberta Siqueira e Franciella Cavalheri. Será possível conferir o espetáculo de dança “Cidade”, dos veteranos do Núcleo OMSTRAB (SP). Muito esperado também o inusitado e cativante espetáculo paulistano “Um Café da Manhã”, baseado em acrobacias aéreas com a dupla Ana Coll e Kadu Mendes. A peça “Vila Tarsila”, que revisita a infância da célebre artista plástica, é outro ponto alto da programação do FIB 2016.

O festival também terá uma mostra de cinema que revela a infância e o seu meio ambiente, com produções audiovisuais focadas na cultura da criança e sua relação com o meio em que transita. Estão programados os seguintes filmes: “A Poeira/MS”, “Cordilheira de Amoras II/MS”, “Escola das águas: O desafio pantaneiro/SP”; “Nham-Nham: A criatura/MS”, “Mitã/MS”, “O menino e o mundo/SP” (concorrente do Oscar em 2016 na categoria animação); “A Princesa Pantaneira/MS” e “O Menino no Espelho/SP”. No domingo (31.07), haverá uma mesa redonda (A Criança e Seu Meio Ambiente no Cinema) com os diretores dos curtas-metragens produzidos em MS.

Haverá ainda um leque de atividades para quem está iniciando ou desenvolvendo formação em artes ou busca ter uma experimentação rica, desde oficinas com técnicas circenses para crianças e adolescentes; contação de histórias para professores, arte educadores, estudantes de teatro e guias de turismo; dança de rua para bailarinos adolescentes e jovens; artes plásticas para crianças; audiovisual e protagonismo juvenil para skatistas a partir de 14 anos, em que a prática esportiva será ensinada e estimulado a produção de vídeos específicos para este universo do skate.

A reflexão conjunta também será vivenciada no FIB. Destaque para o debate em torno da cultura, turismo e empreendedorismo na mesa redonda “Território, Protagonismo e Inovação” debatedores Allemberg Quindins e o homenageado Paulo Boggiani. O objetivo é diagnosticar as fronteiras contemporâneas de estudos existentes e que ofereça subsídio para ações de governos, comunidades e empresas privadas que atuam nesses segmentos.

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