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DAY LIMNS transforma vulnerabilidades em força no visualizer de "FIEL"

A cantora e compositora DAY LIMNS lança nesta segunda-feira (02) o visualizer de "FIEL", single do seu novo álbum, "VÊNUS≠netuno". A música explora a culpa por não ser perfeito o suficiente e não merecer o amor da outra pessoa. O visualizer, dirigido por GAFE, complementa a experiência visual com imagens que representam a angústia e o conflito interno da personagem.

DAY LIMNS transforma vulnerabilidades em força no visualizer de "FIEL"

"FIEL" é uma das faixas mais impactantes do álbum, e o visualizer “é uma representação da cegueira da devoção que não traz nada além de angústia e sensação de rejeição", disse DAY LIMNS.


"Estava tudo muito à flor da pele e a culpa foi desencadeada. Não me fizeram sentir assim, mas reagi baseada na minha vivência. Pensava: 'Eu era muito ruim, eu sou um lixo, uma cruz para aquela pessoa'. Percebi que a minha necessidade de endeusar alguém vinha muito desse lugar, de crescer precisando de salvação.", explica DAY LIMNS sobre o álbum.


O visualizer de "FIEL" foi dirigido por GAFE, assim como todos os outros do projeto. As cores utilizadas são fortes e contrastantes, com predominância do vermelho, do preto e do branco. Os takes em close mostram os sentimentos da personagem de forma visceral.

O contraste do sofrimento e libertação são o pano de fundo para impulsionar uma das faixas mais pessoais do álbum.



Sobre o álbum "VÊNUS≠netuno"


Trazendo à toda sua verdade e vulnerabilidade, DAY LIMNS lançou na terça-feira (14 de novembro) seu aguardado segundo álbum de estúdio, "VÊNUS≠netuno", uma obra inovadora que redefine o cenário do pop/rock brasileiro. O álbum é uma jornada emocional que traça um paralelo entre complexidade das relações humanas, abordando temas como dualidade, sacralidade, pecado e redenção.


O álbum é uma jornada de auto libertação, carregada de raiva, paixão e uma pitada de inocência de seus trabalhos anteriores. Para DAY, esse disco representa o exorcismo de sentimentos que a devoravam, como o da “culpa de nunca ser o suficiente”, que ela foi ensinada a sentir por tanto tempo em sua vivência na igreja.

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