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Festival Internacional do Chamamé recebe mais de 8 mil pessoas e movimenta Porto Murtinho

  • Foto do escritor: eusoums
    eusoums
  • 16 de nov. de 2022
  • 2 min de leitura

Durante quatro dias, o Festival Internacional do Chamamé, que foi realizado de 11 a 14 de novembro em Porto Murtinho, movimentou a cultura e a economia da região. Com um público de mais de 8 mil pessoas presencialmente, segundo o diretor-geral do evento, e de quase 6 mil pessoas acompanhando de forma online as transmissões ao vivo, o Festival foi considerado um sucesso e deixa o sentimento de continuidade, para os próximos anos. Somente no último dia (14), foram mais de 10h de apresentações, com a participação de 20 cantores e grupos, e a consagração do ritmo fronteiro mais apreciado no Estado. Com o adiamento de parte da programação de domingo, por causa da chuva, a segunda-feira foi em dose dupla, começando às 16h e fechando às 2h da madrugada de terça-feira, com muita animação por parte dos artistas e do público, que encerraram o festival com um grande baile.



O presidente do Instituto Cultural Chamamé MS e diretor-geral do Festival, Orivaldo Mengual, ressalta que uma das propostas do instituto é transformar Porto Murtinho na Capital Cultural da América do Sul por meio das raízes musicais da fronteira, acentuando o fato da cidade se tornar o portal da Rota Bioceânica e o objetivo inicial foi alcançado, com o sucesso do evento. “Foi um grande desafio organizar um evento dessa magnitude, com vários países participantes e muitas atrações. Tivemos uma grande logística e um grande número de pessoas envolvidas, mas deu tudo certo e o resultado é esse, um sucesso de público, e o sentimento de quero mais”, conclui Mengual.

O prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra, disse que a prefeitura já está se preparando para o próximo ano. "Esse festival vai ter continuidade porque temos a certeza que o Governo do Estado abraçou o projeto e vai nos apoiar, como apoiou este aqui. Foi um momento histórico para a cultura de MS e a integração bioceânica, além de ter sido muito importante para o comércio, a cultura e o turismo, alavancando a nossa economia”, disse. O evento foi uma profusão cultural de ritmos, sabores, danças e artesanatos da fronteira, além de seminário e oficinas. Os estandes de artesanatos tiveram a produção de cidades vizinhas; peças produzidas por indígenas kadiweu; artes da etnia ayoreo, do Paraguai, e de artesãos da Argentina. O festival envolveu mais de 800 pessoas, fomentando o intercâmbio cultural transfronteiriço. As apresentações ficaram por conta de 37 grupos, sendo sete deles de dança, com artistas paraguaios e argentinos e os demais músicos dos países vizinhos e grupos locais, com atrações de destaque na cena chamamezeira, como Castelo & Elinho Filho, de Mato Grosso do Sul; Fuelles Correntinos, da Argentina e, do Paraguai, a Banda y Ballet Folklórico Municipal de Asunción e Mirta Noemi Talavera. Plural, o evento teve também ritmos correlatos, como a guarânia, o rasqueado e a katchaka.



 
 
 

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