Campo Grande, Mato Grosso do Sul - Brasil

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Hoje é noite de pagode e música eletrônica na Expogrande

O cantor de pagode Thiaguinho será a principal atração musical do próximo dia 6 de abril, uma sexta-feira, da 80ª Expogrande, que é realizada pela Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) de 5 a 22 de abril no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande (MS). No entanto, ele não será a única presença VIP na área de shows da maior feira agropecuária do Estado e uma das maiores do Brasil, pois, no mesmo dia ainda teremos o grupo de pagode Atitude 67 e o DJ Vintage Culture, que é sul-mato-grossense de Mundo Novo e um dos maiores DJs do Brasil da atualidade de música eletrônica do gênero house music.

 

 

Depois de cair nas graças dos fãs cantando grandes pagodes da década de 90, Thiaguinho trará ao público da Expogrande 2018 seu mais novo CD de inéditas, mostrando que nem só de relembrar os clássicos vive o bom e velho pagode. Pelo contrário. ao todo, “Só Vem!” conta com 21 músicas novas – seleção criteriosa de mais de 200 títulos que chegaram até o cantor. Apaixonado pelo novo repertório, Thiaguinho revela que o processo de gravação foi árduo, apesar de muito prazeroso.

 

“A gente tinha mais de 200 músicas para escolher. Conseguimos reduzir para 40, que levei para o estúdio e gravei pra valer, com todo mundo, como se fosse um CD. É um experimento. Várias dessas músicas eu posso cantar a vida inteira, posso mudar a vida de alguém com uma delas”, conta o cantor, que ainda celebra: “É uma responsabilidade legal pra caramba de ter”.

 

Atitude 67

O pagode viveu seu auge na música brasileira nos anos 1990 com nomes como Raça Negra, Só Pra Contrariar, Molejo, Katinguelê, Exaltasamba, Negritude Jr., Revelação e Os Travessos dominando as rádios e os programas de televisão. O movimento ainda continuou forte na virada dos anos 2000, com destaque para grupos que incluem Jeito Moleque, Sorriso Maroto, Bom Gosto e Inimigos da HP. Mas a ascensão do sertanejo e do funk teve um impacto nesse cenário e o pagode perdeu espaço para esses ritmos, alguns grupos se desfizeram e apenas nomes específicos se mantiveram no topo.

 

É claro que o pagode nunca morreu e, desde o ano passado, o grupo que atende pelo nome de Atitude 67, que tem sido o responsável por colocar o gênero musical no lugar de destaque de anos atrás. Quase que magicamente, a banda se tornou a sensação do momento ao lançar o álbum Atitude 67 – Ao vivo, composto por 14 faixas, entre elas o hit Cerveja de garrafa. A música colocou o grupo em duas playlists importantes do Spotify: As 50 virais do Brasil e Top 50 Brasil. As duas são feitas a partir da quantidade de audições das faixas no serviço de streaming. Desde o ano passado, quando o álbum foi lançado, a canção permanece no topo de streams da plataforma e também no pedido de reprodução das rádios nacionais. No YouTube, o vídeo da música tem mais de 12 milhões de visualizações.

 

Apesar de ter se tornado conhecido nacionalmente no ano passado, a banda Atitude 67 tem 14 anos de carreira. O grupo foi montado por Pedrinho, Éric, Karan, GP, Leandro e Regê ainda na adolescência em Mato Grosso do Sul. “No primeiro momento, a ideia era simplesmente tocar, fazer música nas festas dos nossos amigos em Campo Grande. Não tínhamos nenhuma pretensão. Quando nos demos conta, tínhamos muitas músicas escritas e acreditávamos muito no potencial delas. Aí, em novembro de 2016, viemos para São Paulo e tudo começou a acontecer”, conta Pedrinho, vocalista do Atitude 67 em entrevista ao Correio.

 

Mas o que levou a banda a fazer tanto sucesso? O vocalista acredita ter a ver com a persistência desses anos todos: os seis deixaram os empregos formais e a cidade natal para seguir o sonho. Isso, sem dúvidas, é um dos fatores. No entanto, é a novidade em torno da sonoridade que pode ser um elemento primordial para a virada do grupo. A banda faz uma mistura de pagode e samba com reggae e até um rap melódico. “Cada um cresceu ouvindo um estilo de música diferente, tivemos criações diferentes. Quando resolvemos criar a banda, unimos todos os ritmos e influências para fazer o nosso próprio som”, completa Pedrinho.

 

Vintage Culture

Lukas Ruiz Hespanhol, mais conhecido como Vintage Culture, natural de Mundo Novo (MS), é um DJ e produtor brasileiro de música eletrônica do gênero house music. Vintage Culture teve uma rápida ascensão lançando versões como "Blue Monday" do New Order e "Another Brick in the Wall" de Pink Floyd, que logo começaram a viralizar na rede junto com suas versões de "Bete Balanço" do Cazuza e "Bidolibido" de Fernanda Abreu.

 

Em 2016, lançou o EP Hollywood pelo selo Ganzá da Skol Music em parceria com a Spinnin Records. Logo depois, com o produtor Slowmotion, emplacou o seu remix de "Drinkee" para a dupla Sofi Tukker lançado pela Ultra Music na posição #4 do chart Dance do Beatport e mesmo depois de um mês de lançamento se manteve no TOP 10 com a mesma. Mas foi com "Wild Kidz", lançada pela Spinnin Records, que Vintage Culture começou a ganhar reconhecimento internacional. A faixa entrou para o "Global Viral" do Spotify e recebeu suporte de Oliver Heldens, EDX e Sam Feldt.

 

Em 2015, Vintage Culture apareceu em #118 na lista de TOP DJs da revista britânica DJ Magazine e em #2 na lista de melhores DJs brasileiros da House Mag. Em 2016 foi eleito o DJ #1 na lista da House Mag. Vintage Culture também é empresário e além da gravadora Só Track Boa, possui um clube no centro de São Paulo, o Air Rooftop.

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