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  • Divulgação | Assessoria

Coworkings: chegou a hora das empresas


Com valores atrativos e ambientes flexíveis, espaços compartilhados de trabalho tem atraído empresas.

Queridinhos dos freelancers, autônomos e profissionais de tecnologia, os coworkings agora estão atraindo uma nova geração de clientes: as empresas. Os motivos começam pelo bolso, mas os benefícios em produtividade, nova rede de contatos, felicidade da equipe e facilidade de expansão tem ganhado também o coração de empresários.

Embora existam coworkings no Brasil há quase uma década, nos últimos 4 anos eles explodiram. Segundo a terceira edição do Censo Coworking Brasil 2017, atualmente existem 56 mil estações de trabalho disponíveis. Em Campo Grande, já são cinco escritórios compartilhados. O mais antigo e maior entre eles, o Conectivo Coworking, impressiona com seus ambientes de design e infraestrutura tecnológica. Em suas duas unidades na avenida Afonso Pena, abriga salas de reuniões, salas privativas e 50 estações de trabalho. Tudo decorado, climatizado, com internet de sobra e um detalhe desejado pelos empresários: não é preciso se preocupar com nada.

"Nos últimos dois anos vimos crescer o número de empresas interessadas em se instalar no espaço. Hoje temos desde profissionais de eventos até times de empresas, que contratam lugares ou salas fixas; exclusivas", detalha Josué Sanches, proprietário do negócio.

A Engemom Engenharia e Construções é uma das empresas que escolheu instalar seu escritório em uma sala exclusiva dentro do coworking. De acordo com o engenheiro civil Guilherme Leite, praticidade e custo foram os motivos para essa decisão: "Como somos uma equipe de quatro pessoas o custo do aluguel de uma sala comercial (mais mobília, internet, fiador, entre outros) seria mais caro que o coworking".

Segundo Josué, as empresas buscam essencialmente flexibilidade, como contratos simples e horários estendidos, e esperam infraestrutura de peso sem custos adicionais: "Vemos que o grande interesse das empresas, além de não ter que fazer investimento em estrutura, é a possibilidade de começar imediatamente, eliminar despesas fixas como condomínio, colaborador para limpeza (que é bem caro) e não se preocupar com manutenção. Aqui garantimos o funcionamento de tudo".

À frente da W/Veríssimo Comunicação, que representa com exclusividade alguns veículos de comunicação em MS, como Folha de São Paulo, cinemas de Campo Grande, GloboSat, UOL, entre outros, o consultor Jean Paulo de Oliveira diz que o coworking foi a opção ideal para as operações da sua empresa. "Se eu tivesse que montar meu próprio escritório, estaria desembolsando um valor muito alto para as instalações, aqui está tudo pronto, é só chegar e trabalhar!", acrescenta.

Outros fatores que têm impulsionado o interesse das empresas pelos escritórios compartilhados são: as oportunidades de interação com outros negócios e profissionais e a possibilidade de oferecer um ambiente e clima mais colaborativo e informal para os colaboradores, resultando em maior produtividade. Em uma pesquisa realizada pela DeskMag em 2017, 71% dos entrevistados relataram ganho em criatividade desde que começaram a trabalhar em um coworking e 62% apontaram melhoras na forma de trabalhar.

Foram motivos como esses que levaram a GHSO Engenharia, que atua com projeto e execução de preventivos e combate a incêndios, a escolher pelo espaço compartilhado. O engenheiro eletricista e de segurança do trabalho, Gustavo Henrique Silva de Oliveira, conta que entre 2015 e 2017 atuava em casa, mas sentia a necessidade de ter uma estrutura melhor e de estar situado numa região mais central. "O meu ganho em produtividade foi visível nos primeiros seis meses, além da possibilidade de atender meus clientes em um ambiente corporativo, a possibilidade de fazer uma nova rede de networking e compartilhar meus contatos também, entre outros pontos", destaca.

Além das tradicionais estações individuais de trabalho, hoje os coworkings oferecem estruturas muito diversas, incluindo salas privativas para equipes, salas de atendimento e salas para treinamento. É comum empresas optarem por uma sala privativa para uso de áreas administrativas e estações avulsas para equipes. O entrosamento com outros profissionais impulsiona a produtividade e a geração de negócios.

Até 60% mais barato que o escritório próprio

Para se ter uma ideia o custo médio para se ter um escritório simples para 4 pessoas, por exemplo, passa dos R$ 3, R$ 4 mil reais ao mês somando aluguel, condomínio, limpeza e despesas, fora o investimento com móveis, ar-condicionado, entre outros. O Conectivo Coworking oferece salas privativas completas por R$ 1.500 para 4 pessoas ou estações de trabalho individuais por R$ 480, que resultaria num total de R$1.920 por mês. Qualquer uma das opções contemplam todos os custos do ambiente, além do uso de salas de reuniões, água, café e outras facilidades.

Texto: Isabela Ferreira / Reconta Conteúdo

Foto: Rodrigo Marques (01)

Foto: Josué Sanches (02)

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