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Companhia dos bichinhos vira alternativa para enfrentar isolamento e mercado dos pets cresce durante

Médica veterinária dá dicas sobre alimentação dos pets


O isolamento social e todos os impactos emocionais causados pela pandemia levaram mais pessoas a adotar bichinhos de estimação para escapar da solidão durante a quarentena. Além dos pets que ganharam lares aconchegantes, o setor de produtos para este público registrou aumento nas vendas e gerou empregos nos últimos meses, mesmo com a crise econômica causada pela pandemia do Coronavírus. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o setor faturou em média R$ 22,3 bilhões em 2020.

Uma das razões para a ascensão nos números está que os pets shop não precisaram fechar durante a pandemia, por serem considerados serviços essenciais. Com o isolamento social, as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa e os animais de estimação ganharam atenção redobrada. Além disso, aqueles que já tinham um animal de estimação, decidiram adotar novos pets para ter companhia e distração.

A primeira e principal atenção com os pequenos é a alimentação. Com a gigantesca variedade de itens desenvolvidos para o mercado pet, os consumidores precisam ficar atentos em quais os produtos mais indicados. A médica veterinária Gizelly Bandeira, membro do Conselho Regional de Medicina Veterinária em Mato Grosso do Sul (CRMV) lembra que a ração escolhida deve estar de acordo com a fase da vida e peso do animal. Pode-se obter essa indicação com uma prescrição do médico veterinário ou lendo as orientações de cada fabricante. “Os cães de pequeno porte, tornam-se adultos mais cedo, devendo comer ração de filhotes até 10 meses de idade, já os cães de grande porte, demoram mais tempo para se tornarem adultos, portanto devem comer ração de adulto a partir de um ano e meio. A partir dos 7 anos todos devem comer a ração de idosos ou sênior, e se estiver um pouco acima do peso, precisam optar pela ração light”.


Após comprar, guarde em local seco e fechado, mantendo os nutrientes dos alimentos. Na hora de servir, para não errar na dose, observe a prescrição correta da quantidade e lembre-se de não deixar mais que um ou duas horas no potinho dos pets. Se o cachorro não comer nesse prazo, o alimento começa a perder a qualidade. Frutas e legumes podem ser fornecidos como petiscos e de acordo com a orientação do médico veterinário. Evite temperos, como alho ou cebola e frutas como uva e damasco.


E para quem precisa colocar “água no feijão” para alimentar mais pets em casa, ou ainda abastecer a despensa, o Fort Atacadista promove durante todo o mês de fevereiro, uma ação especial nos produtos da linha pet das marcas Pedigree, Dog Chow e Whiskas. Eles estão com 10% de desconto no cartão Vuon Card. A promoção já começou e vai até o dia 28 de fevereiro.


De acordo com a coordenadora de Marketing Regional, Rafaellen Duarte, um fato interessante para este mercado é que a maior parte dos produtos é feita no Brasil e 90% da produção fica no mercado interno. “Separamos marcas de qualidade, com variedade e bom preço para que os animaizinhos tenham fartura, nutrição adequada e seus donos possam fazer economia.”, explicou a coordenadora.

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